domingo, 27 de dezembro de 2015

Perspetivas futuras


O futuro da tecnologia através da perspetiva de Mark Zuckerberg CEO e fundador do facebook.

Empresas Tecnológicas

Las cinco tecnologías clave del futuro según Mark Zuckerberg


Mark Zuckerberg, CEO y fundador de Facebook.
Mark Zuckerberg, CEO y fundador de Facebook. BLOOMBERG NEWS EXPANSION

El CEO de Facebook tiene muy claro qué tecnologías moverán el mundo tras la revolución del smartphone.
Mark Zuckerberg lo tiene claro: apps, smartphones, tablets, emails y (ni que decir tiene) llamadas de teléfono o SMS forman ya de un pasado remoto o de un presente que tiene marcada a fuego una fecha de caducidad no muy lejana.
En una ronda de preguntas y respuestas abierta a todos los usuarios de Facebook, el ejecutivo desgranó su visión sobre los avances tecnológicos que, a su juicio, cambiarán nuestra manera de ver el mundo en los próximos años.
Sus predicciones pueden parecer futuristas, pero muchas de las novedades que el directivo considera innegociables ya están en plena fase de desarrollo.

Telepatía

Mandar pensamientos a la mente de otras personas no sólo es un fetiche recurrente de los escritores de ciencia ficción, sino que, de hacerse realidad, se convertiría en uno de los métodos de comunicación más avanzados y completos a los que el hombre podría aspirar.
Zuckerbeg cree que si la tecnología mejora lo suficiente "algún día seremos capaces de enviarnos ideas complejas entre nosotros" y no es el único que tiene esa convicción: otros expertos comparten su visión y auguran que pronto podremos conectar nuestra mente a la nube para comunicarnos. Eso sí, en qué grado quedará expuestos nuestros pensamientos ante hackers y otros 'espías virtuales' es harina de otro costal.

Inteligencia artificial

El CEO de Facebook también cree que la inteligencia artificial (IA) será fundamental dentro de pocos años. El directivo no se refiere exactamente a los robots humanoides que muchas ficciones futuristas (y, a veces, apocalípticas) se empeñan en mostrarnos, sino que relaciona ese concepto con un software capaz de percibir la realidad que le rodea y reaccionar en consecuencia.
Un dispositivo dotado de esta tecnología, en la que ya trabajan especialistas de todo el mundo, podría, por ejemplo, visionar un vídeo y describirlo como cualquier persona sin que nadie le ayudara o aprender conceptos complejos y relacionarlos 'pensando' por sí mismo, sin errores humanos.

Internet en todo el mundo

Hacer que cualquier persona desde el rincón más inhóspito pueda acceder a Internet es vital para Zuckerberg que, dejado a un lado la ambición por sumar el mayor número de usuarios posible a su red social, lleva un tiempo apostando por la conectar el mundo.
La última novedad del rey de los social media como parte su iniciativa Internet.org, es un sistema de transmisión de datos a través de láser y de drones. Con este método pretende que los satélites multipliquen su cobertura y que se "incremente drásticamente la velocidad de trasmisión".
En este sentido cabe destacar que Facebook también ha probado otros ingenios como enormes aviones solares transmisores de WiFi. Google, por su parte, cuenta con los globos del Proyecto Loon que tienen la misma misión.

Salud de hierro

La búsqueda de la longevidad no es una novedad en Silicon Valley. Desde Google afirmaron este mismo año que trabajaban para que las personas pudieran vivir 500 años en un futuro y uno de los inversores de Facebook, Peter Thiel, es conocido en la meca de la revolución 2.0 por invertir en empresas que tratan de ganarle la partida a la muerte.
Zuckerberg ha mostrado en varias ocasiones su fascinación por los científicos que tratan de convertir a todos los mortales en superhombres inmunes a la enfermedad gracias a la biotecnología o, una vez más, a la ayuda de la IA cuyo papel clave destacó en la sesión abierta de preguntas. El CEO cree que el sector de la salud será uno de los más importantes y de los que más avances sumará en los años venideros.

Realidad virtual

No es ningún secreto que Facebook trabaja en este campo desde que adquirió la firma Oculus el año pasado por 2.000 millones de dólares y la red social se ha encargado de enorgullecerse de sus avances en este terreno, si bien habrá que esperar al año que viene, cuando su dispositivo haga acto de presencia en el mercado, para comprobarlo.
"Trabajamos en la realidad virtual porque considero que es el siguiente gran paso después de los smartphones y creo que pronto nos ayudará a compartir nuestras experiencias con facilidad y de una manera completamente novedosa e inmersiva", explicó Zuckerberg.

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Fonte:http://www.expansion.com/empresas/tecnologia/2015/07/06/559aad8146163f4c338b458e.html
Posted By Marília

sábado, 26 de dezembro de 2015

Perspetivas Futuras

O que é que o futuro reserva para a multimédia?
Nos próximos anos, muitas coisas vão acontecer e vão transformar a informática e multimédia. Uma vertente envolve uma plataforma de cruzamento de informações e desenvolvimento que vai trazer novidades e surpresas para os utilizadores de computadores. Isto significa que num futuro muito próximo, todo o tipo de software vai ser capaz de correr em qualquer tipo de computador. Contudo, a indústria informática tem de responder e este desafio, desenvolvendo software que pode ser traduzido em qualquer formato. Bryten tem-se posicionado para vencer o desafio construindo com flexibilidade o seu processo de desenvolvimento, particularmente na maneira como manipulam os dados dos clientes.
A auto-estrada da informação muito discutida, está a criar uma outra avenida para o desenvolvimento da multimedia. Todos os dias mais gente conecta-se à Internet, ter uma rede de conecção vai tornar-se tão banal como ter um telefone. Conforme este acesso se torna disponivel cada vez mais espalhadamente, software de acesso às redes e para manipulação da informação vão mudar dramáticamente. Bryten está presentemente a usar tecnologias que permitem levar-nos ao futuro.
 
O que pode a Multimédia fazer à sua empresa?
Essencialmente dinheiro, muito dinheiro, até ficar podre de rico..., não, agora a sério. Multimédia originou a publicação de novos métodos de trabalho, de forma a distribuir informação mais rapidamente entre os empregados, clientes, família e amigos. Tornou mais fácil a produção profissional de artigos para jornais, livros, catálagos e não só, o que permitiu um custo dimunitivo para as empresas, para que qualquer uma, mesmo qualquer uma, o tamanho não é a preocupação, possa suportar este tipo de tecnologia, podendo atrair mais facilmente os seus clientes. Multimedia também traz uma vantagem às empresas, pode extender a capacidade da empresa em divulgar informação. Contudo, esta nova tecnologia chega mais longe onde os tradicionais media dificilmente alcançam. Multimedia traz video digital, animação, e informação de bases de dados para dentro da sua casa, para dentro do seu escritório, e é facil de organizar toda esta informação, de uma forma simples e compreensível num formato também simples e organizado.
Multimedia permite sem qualquer esforço o manejo de grandes volumes de dados. Um exemplo disso são o aparecimento das enciclopédias multimédia que andam por aí agora no mercado. Muitos volumes escritos são postos num único CD e de tal forma organizado com software adequado que permite a navegação pelos variados tópicos de forma simples e compreensível. Outro projecto parecido são os livros electrónicos, tais como The Enduring Vision: An Interactive Edition desenvolvido para a empresa D.C. Heath by Bryten, inc. Pondo de lado o sua capacidade de armazenamento e o seu preço relativamente pequeno, os CDs oferecem a vantagem de a opção som e vídeo serem inseridas ao longo do texto para acentuarem a intenção do autor.
Actualmente a tecnologia do computador pode distribuir imensos recursos de informação, graças em grande parte à proliferação dos computadores pessoais e das redes. Multimedia dispõe de um método para activar estes recursos e torná-los em conhecimento base para distribuição da mensagem da empresa , disponibilizando os seus produtos, ou partilhar a abundância de recursos de informação que a vossa empresa tem para oferecer.
 
Autor do Artigo: Carlos Santos

Fonte: http://users.med.up.pt/cmaia/multimed/futuro2.html

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Impacto da realidade virtual no meio empresarial

 
A economia mundial passa hoje por um processo de mudança com a crescente flexibilização e virtualização de mercados, empresas e produtos provocadas em grande parte pela Tecnologia de Informação. [1]

 O seguinte artigo mostra em que medida esta mudança pode trazer uma vantagem competitiva às empresas. 

sábado, 19 de dezembro de 2015

Impacto da multimédia no meio empresarial


Num ambiente Web  2.0 cada vez mais competitivo e dinâmico, as empresas necessitam de estratégias multimédia para cativar clientes, realizar negócios, vender produtos, formar colaboradores entre outras.
Assim, para além do teletrabalho, a multimédia é usada...

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Impacto da Multimédia no meio empresarial

A realidade virtual juntamente com a Internet facilita a utilização no meio empresarial da multimédia: multimédia em rede.
Ao permitir a interação entre as pessoas de uma forma económica, rápida e não estruturada, a Internet potencia uma grande liberdade de comunicação, de publicação de conteúdos e de acesso aos mesmos sendo um forte impulsionador da multimédia no meio empresarial. Ganha dimensão o trabalho cooperativo mediado por computador: o teletrabalho, como solução para vencer distâncias. Por outro lado, o uso da mesma tecnologia no e-learning, facilita a possibilidade de dar formação e treino aos colaboradores da empresa no próprio local de trabalho, reduzindo custos de deslocação e estadia.
 
 

Jack Nilles

 
Este físico que trabalhava para a NASA inventou nos anos 1970 os conceitos de teleworking e telecommuting, que buscavam a otimização de recursos não renováveis nos anos da crise do petróleo, utilizando o trabalho e a comunicação à distância. Sua teoria partia da ideia de "levar o trabalho ao trabalhador e não o trabalhador ao trabalho" e foi aplicada pela primeira vez em Los Angeles. Em 1982, Nilles fundou a JALA, a primeira consultora de teletrabalho do mundo. A pesar de ser uma proposta revolucionária, naquele momento a tecnologia não estava suficientemente desenvolvida para que o teletrabalho se tornasse realidade. Com a chegada do século XXI e a expansão da internet, deu-se a situação perfeita para a reformulação de suas teorias.
 

domingo, 13 de dezembro de 2015

Desvantagens dos SI nas pequenas empresas

 

O presente artigo mostra como os SI, apesar  de todas a suas vantagens, podem ter também efeitos negativos, principalmente nas pequenas empresas. 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Desvantagens SI nas empresas

"A Tecnologia chegou, em nossos tempos, especialmente depois da globalização, a adquirir enorme importância - não só para os indivíduos, mas também, para as nações e para a sociedade em geral - levantando problemas econômicos, políticos, sociais e mesmo culturais" (MILTON, 1999).

Com sua grande evolução a tecnologia já substitui o homem em várias tarefas que antes eram completamente manuais e difíceis de serem realizadas até mesmo pela máquina mais evoluída de todas que é o próprio homem. Não apenas em grandes cidades é possível ver uma máquina tomando o lugar do homem, mais também no campo em cidades pequenas do interior que depende da agricultura para manter o povo empregado é possível se impressionar com esta evolução, onde saiam vários ônibus para levarem trabalhadores a seus locais de trabalho agora saem apenas 1 ou 2 ônibus com os motoristas dos maquinários utilizados nas lavouras. Segundo o grupo de pesquisa composto por FRAZON at. al. (2006) o desemprego gerado pela tecnologia vem aumentando em todos os setores um dos setores mais visível este crescimento é no setor bancário, onde existiam pessoas atendendo seus clientes temos máquinas pedindo senhas de seus usuários.

"Uma agência bancária, no passado, realizava suas tarefas totalmente manualmente, compensação de cheques, pagamentos, depósitos, saques, cadastro de clientes e de contas. Com o passar do tempo, alguns processos foram sendo lentamente informatizados buscando maneiras melhores de se lidar com os dados bem como uma solução para a comunicação entre as várias agências espalhadas pelo Mundo. Tal processo fez com que tarefas que eram realizadas por pessoas fossem substituídas pelas máquinas, causando a diminuição de funcionários. Abriam-se novas agências, porém a quantidade de pessoas necessárias para mantê-las em operação diminuía, mantinha-se ou aumentava muito pouco." FRAZON, at. al. (2006)
Fonte: http://www.webartigos.com/artigos/tecnologia-e-seus-efeitos-negativos/12413/